São Paulo - Se por um lado a tendência pela digitalização no sistema bancário tem reduzido os custos por parte das instituições financeiras, por outro, ela acarreta em uma acelerada redução de postos de trabalho e de pontos fixos de atendimento.

Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com a consultoria Deloitte mostram que em dois anos o setor fechou 1 208 agências bancárias, 929 apenas no ano passado.

Quanto ao emprego, um levantamento no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho indica que no ano passado o setor perdeu mais de 20 mil vagas, número muito superior ao visto nos anos anteriores - 2015 teve fechamento de 9.886 vagas; em 2014, 5.004 e em 2013, 4.329.

O resultado coincide com uma mudança sensível no comportamento dos clientes bancário. Ainda de acordo com a Deloitte e com a Febraban, 57% das transações bancárias em 2016 foram feitas por smartphones, tablets ou computadores.

No Banco do Brasil, por exemplo, os chamados “escritórios digitais” - que atendem virtualmente clientes com maiores movimentações e renda acima de R$ 4 mil - a produtividade dos gerentes aumentou entre 20% a 30%. “Um gerente que tinha uma média de 400 clientes na carteira no atendimento presencial consegue, nesse formato, atender 500, 550”, afirma Simão Luiz Kovalski, diretor da área de clientes do banco.

A diferença, segundo o executivo, é que o funcionário conversa com clientes simultaneamente, pelo telefone, e-mail e pelo chat disponível no aplicativo.

Ricardo Humberto Rocha, professor do Insper, explica que o ambiente online proporciona menos “distrações” ao profissional. “Já dei aula para grupo de funcionários da plataforma online que foi um espetáculo. Eu achava que seria ruim porque eles ficam mais distantes e sozinhos no dia a dia, mas vi que mesmo em grupo eles são mais rápidos, objetivos e conseguem fazer mais tarefas ao mesmo tempo, porque foram treinados para isso”, afirma.

Forma mais segura de arquivar”  MICROFILMAGEM, guarda em filmes de rolo 35mm na Noruega  , documentos antiguíssimos da história do Brasil e outros .

 

Segue abaixo link:

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2017/04/arquipelago-na-noruega-passa-guardar-pedacos-da-historia-do-brasil.html

 

Edição do dia 23/04/2017 - FANTASTICO

23/04/2017 21h29 - Atualizado em 23/04/2017 21h29

Arquipélago na Noruega passa a guardar pedaços da história do Brasil

Lei Áurea, que põe fim à escravidão no país, assinada pela Princesa Isabel em 1888, é um dos documentos arquivados em mina encravada no gelo.

Arquipélago de Svalbard, Noruega, é um lugar de ventos congelantes e de frio extremo. É lá que fica a cidade mais ao norte do planeta e é lá, em uma mina desativada, encravada no gelo, que um pedaço da história brasileira será preservado por 10 mil anos. Nossos repórteres viajaram até o arquivo que vai abrigar cópias digitalizadas de alguns dos documentos mais importantes do Brasil. A Lei Áurea, que põe fim à escravidão no Brasil, de 1888, assinada pela Princesa Isabel, é um deles.

 

 

A marca americana que simbolizava a fotografia de papel usa agora o mesmo veneno que a derrubou para reescrever sua história: a digitalização. Os bancos estão no alvo

 

Fundada em 1880 e responsável pela popularização da fotografia, a Kodak, entrou em concordata em 2012, com US$ 6,75 bilhões de dívidas. Nessa trajetória, um capítulo, é emblemático. Em 1975, a companhia inventou a câmera digital. No entanto, decidiu não lançar o produto, com receio de canibalizar as vendas de seus filmes fotográficos. Anos depois, a entrada tardia no segmento cobrou seu preço. A jornada da marca icônica, porém, não chegou ao fim. Em 2013, o fundo de pensão britânico KPP comprou a divisão de scanners e de softwares de captura de documentos da marca, por US$ 650 milhões, e rebatizou a empresa de Kodak Alaris.

Agora, a companhia quer imprimir uma nova página dessa história. Com uma receita de US$ 1,26 bilhão, a empresa busca dar um novo fôlego à antiga gigante de tecnologia. E sua maior aposta é justamente um dos fatores por trás do declínio da Kodak: a transição do papel para o digital. A estratégia passa pela oferta de scanners de menor porte aos clientes que já utilizam as grandes máquinas da antiga marca em suas retaguardas. “Temos o benefício de poder usar um nome muito forte, que abre portas e, ao mesmo tempo, estar em uma empresa pequena e mais ágil”, diz Vanilda Grando, diretora da Kodak Alaris para a América Latina. “As decisões são muito rápidas. ”

Os bancos são um dos mercados potenciais dos novos scanners. A ideia é agilizar processos como a abertura de contas, com a digitalização dos documentos dos clientes na ponta, pelos gerentes. Com essa finalidade, o Banco do Brasil comprou, recentemente, 28,5 mil equipamentos. No portfólio da Kodak Alaris, o preço dos scanners varia de R$ 2,4 mil a R$ 330 mil. Outro foco são os softwares de captura e envio de documentos. A prioridade é estender essas funções aos smartphones. “Já é possível fazer depósitos pela imagem do cheque enviada via celular”, diz Luciano Ramos, analista da consultoria IDC. No Brasil, além do setor financeiro, a Kodak Alaris mira mercados como saúde, com os projetos de prontuário eletrônico, e jurídico, com o avanço dos processos eletrônicos.

“A Kodak Alaris pode capturar muitos benefícios da marca Kodak, que ainda é sinônimo de qualidade e tecnologia”, diz Anne Valaitis, analista da consultoria InfoTrends. Esse vínculo já rende frutos no Brasil. Após herdar a liderança no mercado local de scanners, a Kodak Alaris ampliou sua participação de 56%, em 2015, para 60% nesse ano, segundo a InfoTrends. No País, as principais rivais são a taiwanesa Avision, a americana Brother e a japonesa Fujitsu. Vanilda afirma que a América Latina tem fôlego para figurar entre as principais operações da companhia. “Como somos mais enxutos que outras regiões, já estamos prontos para escrever essa nova trajetória. ”

 

Por: Moacir Drska

Foto: Biafra Cabral (Novo foco: a Kodak Alaris, de Vanilda Grando fatura R$1,26 bilhão)

A Datafilme participa de mais um evento!

 

Acontecerá esta semana dias 25 e 26/11 no hotel Caesar Business em Belo Horizonte/MG o II Encontro Estadual do Colégio Registral Imobiliário do Estado de Minas Gerais promovido pelo CORI-MG.

A Datafilme participará deste evento apoiando com um stande interativo apresentando nossa empresa, produtos e serviços em parceira com a Kodak Alaris como revendedor exclusivo em Minas Gerais para vocês Registradores, Notórios, Juristas e profissionais da área.

 

Para maiores informações e fotos do evento acesse nosso Facebook e a página do CORI-MG.

 

Venha conferir!

 

 

A Datafilme é patrocinadora da 2ª Conferência Contábil de Juiz de Fora e Região que acontecerá nos dias 9 e 10 de novembro no Independência Trade Hotel.

Devido a parceria exclusiva em Minas Gerais com a Kodak Alaris, estaremos presentes com um stand, e apresentaremos nossos Scanners Kodak Profissional e Serviços de Gestão Documental.

Vivemos na era digital e devemos acompanhar a evolução da tecnologia a fim de tornar nossos trabalhos mais rápidos, seguro e informações compartilhadas de maneira eficiente.

Para contabilistas e escritórios de contabilidade, devido ao grande fluxo de trabalho, recebem diariamente uma grande quantidade de documentos financeiros de seus clientes, recibos, notas fiscais de entrada e saída, extratos bancários, enfim inúmeros tipos de documentos, e a digitalização acelera o processamento de dados financeiros, poupando-lhe tempo e dinheiro.

A Datafilme com o Serviço de Gestão documental através da digitalização, oferece alguns dos benefícios abaixo e desta forma garante segurança, qualidade e cumprimento das normas legais:

·         Economia de espaço;

·         Localização dos documentos através de pesquisa rápida;

·         Acesso múltiplo de informação, ou seja, mais de uma pessoa poderá acessar;

·         Hospedagem de arquivos eletrônico em um servidor;

·         Segurança de Informação;

·         Armazenamento de dados;

·         Organização do arquivo contábil e fiscal.

O evento

A Conferência Contábil de Juiz de Fora e Região é um evento bianual que reúne profissionais, empresários e acadêmicos para troca de informações e conhecimentos sobre o setor, em diversos painéis e palestras, contando com nomes de destaque nos cenários estadual e nacional. A Conferência é uma realização do Núcleo de Contadores e Consultores de Juiz de Fora (SINERCON), em parceria com o Conselho Regional de Contabilidade (CRC MG) e apoio da Federação dos Contabilistas de Minas Gerais (FECON).

 

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