Todas empresas possuem uma infinidade de documentos indispensáveis que precisam ser arquivados de forma segura, certo? Apesar de organizações de pequeno e médio porte terem um número de arquivos relativamente menor, alguns documentos são imprescindíveis aos diversos setores empresariais e não podem ser negligenciados. 

 

Dessa forma, acumular arquivos pode se tornar um grave problema para a produtividade de seu negócio. É por isso que a digitalização é o procedimento mais eficiente para evitar problemas de organização e potencializar suas demandas. Digitalizar documentos nada mais é do que converter o conteúdo físico para arquivos digitais, ou seja, é uma forma de eliminar as pilhas de papéis e organizá-las em arquivos digitais. 

 

Porque um scanner profissional? 

 

Uma pergunta bastante frequente é “Por que utilizar um scanner profissional e não um equipamento multifuncional?”. Simples: o aparelho profissional é feito exclusivamente para digitalizar documentos de forma rápida e em grandes volumes, o que garante a esse produto eficiência e qualidade muito acima do aparelho multifuncional.  

 

Talvez a maior vantagem observada pelo equipamento profissional seja sua função duplex, como das scanners Kodak ScanMate i2820 e Scanner Kodak ScanMate i1190. Ou seja, elas digitalizam frente e verso das folhas simultaneamente, o que duplica o volume dos registros de imagem por minuto. Esse recurso, pelo contrário, não pode ser observado em scanners convencionais.  

 

Além disso, scanners profissionais possuem ADF (Alimentador Automático de Documentos), essa função mantém a máquina trabalhando constantemente, sem precisar repor as folhas de forma manual e aceita diferentes tamanhos de documentos. 

 

Outro ponto positivo é que esses scanners também tratam as imagens durante o processo, por meio de softwares de digitalização. Esse recurso garante legibilidade das informações, para que não haja retrabalho nas tarefas de digitalização.  

 

Os scanners profissionais da linha Kodak, por exemplo, apresentam recursos avançados, como a correção de brilho e contraste, a remoção de páginas em branco e o posicionamento automático das imagens, o que confere excelência na digitalização de pequenos e grandes lotes de documentos. 

 

Não podemos deixar de citar também que os scanners profissionais são equipamentos compactos, logo, ocupam bem menos espaço na mesa de trabalho ou balcão de atendimento. Alguns modelos também podem ser guardados na posição vertical quando não estão em uso. 

 

Viu como um aparelho desses vai potencializar o seu negócio? É claro que para te atender ainda melhor, você deve escolher as funcionalidades adequadas com a demanda de sua empresa. Sabe como descobrir qual o scanner ideal para seu negócio? Nós te ajudamos! 

 

Como escolher a scanner ideal? 

 

Em primeiro lugar, dimensione a quantidade de documentos que sua empresa produz/movimenta diariamente. Depois, avalie a praticidade de uso, ou seja, as especificações técnicas e o design de cada modelo. 

 

Além destes fatores, você deve analisar os fluxos operacionais de trabalho, a quantidade de funcionários que utilizarão o scanner e o tempo disponível para as tarefas de digitalização. 

  

Temos a solução certa para você! 

 

Caso sua empresa seja de pequeno ou médio porte, você pode escolher as scanners Kodak ScanMate i2820 ou Scanner Kodak ScanMate i1190 que são equipamentos de fácil operação, capazes de digitalizar de 40 a 70 folhas por minuto, frente e verso simultaneamente e ocupam pouquíssimo espaço.  

 

 

Pensando na agilidade de seu negócio a Datafilme vai te ajudar: as duas scanners profissionais que mencionamos nesse artigo, a Scan Mate i2820 e i1190 estão em promoção até o dia 30.11. A Scanner Kodak i2820 sai por R$ 3.990,00 e a i1190 sai por R$2990,00Dividimos em até 10x no cartão e o frete é grátis! Essa é a chance de você potencializar os trabalhos de seu negócio com um preço imperdível. Garanta já seu equipamento em nosso site! Clique aqui: https://goo.gl/hibnGF 

São Paulo - Se por um lado a tendência pela digitalização no sistema bancário tem reduzido os custos por parte das instituições financeiras, por outro, ela acarreta em uma acelerada redução de postos de trabalho e de pontos fixos de atendimento.

Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com a consultoria Deloitte mostram que em dois anos o setor fechou 1 208 agências bancárias, 929 apenas no ano passado.

Quanto ao emprego, um levantamento no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho indica que no ano passado o setor perdeu mais de 20 mil vagas, número muito superior ao visto nos anos anteriores - 2015 teve fechamento de 9.886 vagas; em 2014, 5.004 e em 2013, 4.329.

O resultado coincide com uma mudança sensível no comportamento dos clientes bancário. Ainda de acordo com a Deloitte e com a Febraban, 57% das transações bancárias em 2016 foram feitas por smartphones, tablets ou computadores.

No Banco do Brasil, por exemplo, os chamados “escritórios digitais” - que atendem virtualmente clientes com maiores movimentações e renda acima de R$ 4 mil - a produtividade dos gerentes aumentou entre 20% a 30%. “Um gerente que tinha uma média de 400 clientes na carteira no atendimento presencial consegue, nesse formato, atender 500, 550”, afirma Simão Luiz Kovalski, diretor da área de clientes do banco.

A diferença, segundo o executivo, é que o funcionário conversa com clientes simultaneamente, pelo telefone, e-mail e pelo chat disponível no aplicativo.

Ricardo Humberto Rocha, professor do Insper, explica que o ambiente online proporciona menos “distrações” ao profissional. “Já dei aula para grupo de funcionários da plataforma online que foi um espetáculo. Eu achava que seria ruim porque eles ficam mais distantes e sozinhos no dia a dia, mas vi que mesmo em grupo eles são mais rápidos, objetivos e conseguem fazer mais tarefas ao mesmo tempo, porque foram treinados para isso”, afirma.

Forma mais segura de arquivar”  MICROFILMAGEM, guarda em filmes de rolo 35mm na Noruega  , documentos antiguíssimos da história do Brasil e outros .

 

Segue abaixo link:

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2017/04/arquipelago-na-noruega-passa-guardar-pedacos-da-historia-do-brasil.html

 

Edição do dia 23/04/2017 - FANTASTICO

23/04/2017 21h29 - Atualizado em 23/04/2017 21h29

Arquipélago na Noruega passa a guardar pedaços da história do Brasil

Lei Áurea, que põe fim à escravidão no país, assinada pela Princesa Isabel em 1888, é um dos documentos arquivados em mina encravada no gelo.

Arquipélago de Svalbard, Noruega, é um lugar de ventos congelantes e de frio extremo. É lá que fica a cidade mais ao norte do planeta e é lá, em uma mina desativada, encravada no gelo, que um pedaço da história brasileira será preservado por 10 mil anos. Nossos repórteres viajaram até o arquivo que vai abrigar cópias digitalizadas de alguns dos documentos mais importantes do Brasil. A Lei Áurea, que põe fim à escravidão no Brasil, de 1888, assinada pela Princesa Isabel, é um deles.

 

 

A marca americana que simbolizava a fotografia de papel usa agora o mesmo veneno que a derrubou para reescrever sua história: a digitalização. Os bancos estão no alvo

 

Fundada em 1880 e responsável pela popularização da fotografia, a Kodak, entrou em concordata em 2012, com US$ 6,75 bilhões de dívidas. Nessa trajetória, um capítulo, é emblemático. Em 1975, a companhia inventou a câmera digital. No entanto, decidiu não lançar o produto, com receio de canibalizar as vendas de seus filmes fotográficos. Anos depois, a entrada tardia no segmento cobrou seu preço. A jornada da marca icônica, porém, não chegou ao fim. Em 2013, o fundo de pensão britânico KPP comprou a divisão de scanners e de softwares de captura de documentos da marca, por US$ 650 milhões, e rebatizou a empresa de Kodak Alaris.

Agora, a companhia quer imprimir uma nova página dessa história. Com uma receita de US$ 1,26 bilhão, a empresa busca dar um novo fôlego à antiga gigante de tecnologia. E sua maior aposta é justamente um dos fatores por trás do declínio da Kodak: a transição do papel para o digital. A estratégia passa pela oferta de scanners de menor porte aos clientes que já utilizam as grandes máquinas da antiga marca em suas retaguardas. “Temos o benefício de poder usar um nome muito forte, que abre portas e, ao mesmo tempo, estar em uma empresa pequena e mais ágil”, diz Vanilda Grando, diretora da Kodak Alaris para a América Latina. “As decisões são muito rápidas. ”

Os bancos são um dos mercados potenciais dos novos scanners. A ideia é agilizar processos como a abertura de contas, com a digitalização dos documentos dos clientes na ponta, pelos gerentes. Com essa finalidade, o Banco do Brasil comprou, recentemente, 28,5 mil equipamentos. No portfólio da Kodak Alaris, o preço dos scanners varia de R$ 2,4 mil a R$ 330 mil. Outro foco são os softwares de captura e envio de documentos. A prioridade é estender essas funções aos smartphones. “Já é possível fazer depósitos pela imagem do cheque enviada via celular”, diz Luciano Ramos, analista da consultoria IDC. No Brasil, além do setor financeiro, a Kodak Alaris mira mercados como saúde, com os projetos de prontuário eletrônico, e jurídico, com o avanço dos processos eletrônicos.

“A Kodak Alaris pode capturar muitos benefícios da marca Kodak, que ainda é sinônimo de qualidade e tecnologia”, diz Anne Valaitis, analista da consultoria InfoTrends. Esse vínculo já rende frutos no Brasil. Após herdar a liderança no mercado local de scanners, a Kodak Alaris ampliou sua participação de 56%, em 2015, para 60% nesse ano, segundo a InfoTrends. No País, as principais rivais são a taiwanesa Avision, a americana Brother e a japonesa Fujitsu. Vanilda afirma que a América Latina tem fôlego para figurar entre as principais operações da companhia. “Como somos mais enxutos que outras regiões, já estamos prontos para escrever essa nova trajetória. ”

 

Por: Moacir Drska

Foto: Biafra Cabral (Novo foco: a Kodak Alaris, de Vanilda Grando fatura R$1,26 bilhão)

A Datafilme participa de mais um evento!

 

Acontecerá esta semana dias 25 e 26/11 no hotel Caesar Business em Belo Horizonte/MG o II Encontro Estadual do Colégio Registral Imobiliário do Estado de Minas Gerais promovido pelo CORI-MG.

A Datafilme participará deste evento apoiando com um stande interativo apresentando nossa empresa, produtos e serviços em parceira com a Kodak Alaris como revendedor exclusivo em Minas Gerais para vocês Registradores, Notórios, Juristas e profissionais da área.

 

Para maiores informações e fotos do evento acesse nosso Facebook e a página do CORI-MG.

 

Venha conferir!

 

 

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